JESUÍNO VELOSO DO CARMO
Jesuíno Veloso do Carmo nasceu em 1912, em Rio Verde, Goiás. Era filho de João Batista do Carmo e Carolina Maria da Silveira, neto paterno de Jesuíno Veloso do Carmo e Ana Tereza de Jesus. Seus avós maternos eram Honório da Silveira Leão e Francisca Cândida de Moraes.
João Batista e Carolina tiveram 18 filhos, dos quais 13 chegaram à idade adulta. Jesuíno foi o primogênito dos nove filhos homens, seguido por Hildebrando, Osmar, Mozart, Eurico, Nilson, Paulo, João e Pedro. Suas irmãs, em ordem cronológica, foram Zaida, Wanda, Eda e Altair.
Vida Profissional e Empresarial
Jesuíno começou sua vida profissional como balconista, empregado por Gumercindo Ferreira. No dia 31 de julho de 1933, mudou-se para Baliza, uma cidade goiana na fronteira com o Mato Grosso, que vivia um período próspero devido à extração de diamantes. Lá, casou-se em 10 de março de 1935 com Iolanda Leão Veloso, filha de Maria Jesuína do Carmo e João Valeriano da Silveira Leão.
Em Baliza, Jesuíno estabeleceu-se como comerciante em sociedade com Ápio Guimarães e seu primo Palmiro Guimarães. O negócio cresceu e abriram uma filial em Rio Verde, onde seu irmão Osmar Veloso assumiu a administração. Mais tarde, Jesuíno retornou a sua cidade natal, mantendo por um tempo sua participação na loja de Baliza.
Associando-se ao irmão Eurico, fundou a empresa Veloso & Irmão, com a marca Cerealista Veloso, que se tornou referência no comércio do Sudoeste Goiano. A empresa encerrou suas atividades no final da década de 1970.
Trajetória Política
Jesuíno Veloso do Carmo iniciou sua carreira política sendo eleito vereador em 1947 pelo PSD. No entanto, após o assassinato de seu cunhado e primo, Corivaldo Leão, recusou-se a buscar vingança e rompeu com o partido. Abandonou seu mandato, deixando sua cadeira com o PSD.
Em 1950, candidatou-se à prefeitura de Rio Verde pela UDN, disputando contra Astolpho Leão Borges (Bebé Borges), que acabou vencendo a eleição. Permaneceu na UDN e dedicou-se a apoiar a trajetória política de seu irmão Eurico Veloso, que foi:
Vida Pessoal
Do casamento de Jesuíno e Iolanda nasceram quatro filhos:
Jesuíno Veloso do Carmo faleceu em 18 de fevereiro de 2002. Sua esposa, Dona Iolanda, faleceu antes dele.
Regimento Interno – Art. 88 – São deveres dos Vereadores: a) residir no território do Município; b) comparecer a hora regimental, nos dias designados, para a abertura das sessões, nelas permanecendo até o seu término; c) votar as proposições submetidas a deliberação da Câmara, salvo quando tiver, ele próprio ou parente afim ou consanguíneo, até o terceiro grau inclusive, interesse manifesto na deliberação, sob pena de nulidade da votação quando seu voto for decisivo; d) desempenhar-se dos encargos que lhe forem confiados, salvo motivo justo alegado perante o Presidente, a Mesa ou a Câmara, conforme o caso; e) propor à Câmara todas as medidas que julgar convenientes aos interesses, a segurança e bem estar do município bem como impugnar as que lhe pareçam contrárias ao interesse público; f) comunicar sua falta quando tiver motivo justo para deixar de comparecer as sessões plenárias.